quarta-feira, 28 de março de 2012

Estudo: Tecnologia da Informação e a expressividade de Smart Devices

No momento atual, em que os mercados estão baseados na filosofia da globalização, as fronteiras nacionais e internacionais se estreitam e, sobremaneira, cresce a importância do Marketing Digital nos fluxos de comércio, de produtos e serviços, de tecnologias e de informações.

Entende-se por Marketing Digital a utilização de estratégias de comunicação/marketing aplicadas à Internet ou telefonia celular e outros meios digitais para a divulgação e/ou comercialização de produtos, intensificação e melhoria da rede de relacionamentos e captação de novos clientes.

Há algum tempo já se ouve dizer sobre a era da Revolução da Informação. Computadores e redes motivaram o grande ‘Boom’ no ano de 2000 com o crescimento do arsenal de dados que começaram a ser compartilhados em massa.

Em 2009, foi notório o fortalecimento das mídias sociais. Inclusive tal repercussão foi analisada e comentada em peso no Festival de Cannes que deixou explícito com a escolha de seus ganhadores a expressividade de ações como vídeos virais e presença maciça no Youtube.

No ano de 2010, a difusão dessas redes ficou mais clara quando novamente o Festival de Cannes trouxe em seu rol de ganhadores, diversas campanhas publicitárias que fizeram uso não somente do Youtube como também do Facebook e o Twitter.
Aliado a isso, nota-se no exterior, um mercado bem agressivo ao que tange desenvolvimento de aplicativos(apps) para celulares inteligentes(Smart Phones), Androids, Tablets e, muitas empresas tem participado deste mercado.

Em notícia recente, a BBC-Brasil aponta sobre a usabilidade e domínio dos Tablets na vida social e no mercado, através da sua alta capacidade em gerir/auxiliar nos processos e procedimentos do dia-a-dia. Ainda na reportagem, o Editor Phillip Elmer-Dwitt sugere que “o dia em que os tablets dominarão o mercado de Pcs está próximo, pois para maior parte das pessoas o tablet atende a maioria de suas necessidades, além disso ele é mais barato. Dwitt acredita que em meados de 2013 a venda de Tablets ultrapassaram a venda de Pcs.
(http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/03/120307_video_ipad_cc.shtml)


“ Os tablets vieram para ficar. Cada vez mais presentes no cotidiano das pessoas, esses aparelhos são práticos e permitem grande mobilidade. Dependendo do modelo escolhido, é possível contar com uma boa capacidade de armazenamento de arquivos. Se faltar espaço, alguns modelos permitem expansão através de cartão de memória. Outros contam com câmera fotográfica para usar em vídeo conferência, e há os que permitem assistir à programação aberta na TV Digital. Ou seja, os tablets não são mais apenas leitores de livros no formato digital e, em determinadas situações, podem até substituir um notebook ou netbook.” (G1.globo.com - 14/06/2011 07h00 - Atualizado em 15/06/2011 12h06 ).


A UOL, em notícia publicada no dia 17/02/2012 aponta que no ano de 2011, os usuários de tablets foram os que mais desembolsaram em compras on-line, comparando com os internautas que visitaram sites por meio de seus smartphones, desktops e laptops tradicionais. Sendo que: os usuários de tablets gastaram 54% mais do que os visitantes que utilizaram smartphones e 21% a mais do que os usuários de desktops ou laptops. A probabilidade de comprar produtos e serviços on-line foi três vezes maior entre os usuários de tablets, quando comparados aos de smartphones, e quase igual, em comparação com os usuários de desktop ou laptops.

Em pesquisa realizada pela Adobe, com o objetivo de levantar informações sobre marketing digital, observou-se 16,2 bilhões de visitas anônimas aos sites de mais de 150 lojas de varejo de todo o mundo.

Esse avanço do mercado dos tablets traz outro conceito que vem ganhando força entre os usuários: os aplicativos (apps), que permitem maior agilidade para acessar redes sociais, sites favoritos e executar tarefas. No que diz respeito à instalação de aplicativos, cada fabricante adota o seu próprio modelo de negócio para a distribuição dos programas. Nas chamadas lojas virtuais, são milhares de opções por categoria. Os preços variam, mas também estão à disposição uma enorme quantidade de aplicativos que podem ser instalados gratuitamente.

Com a criação da ‘App Store’ o mercado de aplicativos é um dos mercados que mais cresce no mundo e as empresas já embarcaram nesta nova onda, sendo dois cases para iPhone os mais distintos:

1. O iFood Assistant, da empresa de alimentos Kraft Foods é um aplicativo que se assemelha aos livros de receitas, com recursos como vídeo aulas e obviamente promoções dos produtos Kraft. É vendido na App Store a $0,99 e esta entre os mais baixados desde seu lançamento.
2. Considerado com referência global de aplicativos para celular, o aplicativo da MLB, liga de beisebol americana é realmente completíssimo, vídeos, dados, integração com redes sociais e streaming ao vivo dos jogos. Este é a cereja do bolo dos aplicativos.




Visto isso, até mesmo grandes revistas e programas de televisão têm criado seu próprio aplicativo como fonte eficiente e eficaz promovedora de seus serviços e produtos como é o caso da GNT, Revista Veja, Istoé, dentro outros.

Em números, a loja do Google tem atualmente 44% do total de market share contra 31% da App Store da Apple. O total de downloads de aplicativos em 2011 atingiu a casa dos 29 bilhões, contra apenas 9 bilhões no ano de 2010 graças a maior penetração que dos smartphones na população mundial.

Entende-se, dessa maneira, que um produto/serviço em forma de aplicativo disponibilizado pode potencializar a imagem da instituição, além de poder utilizá-lo como ferramenta informativa, comunicativa, explicativa e porque não de vendas.

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